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Um blog por dentro do Brasil e do mundo

28

de
julho

Sabedoria chinesa

“Melhor aprender bem uma única coisa do que dez superficialmente.”

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28

de
julho

Opinião

“Temos hoje uma disputa muito grande, principalmente com a crise nos mercados europeu e norte-americano. O esforço será dobrado, triplicado, para aumentarmos as exportações. Como o Brasil é um dos poucos países do mundo em crescimento, nos tornaremos um mercado atraente.”

Miguel Jorge, minsitro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

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27

de
julho

Sabedoria chinesa

“O castigo nunca é um fim em si mesmo. Deve servir apenas ao reestabelecimento da ordem.”

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27

de
julho

Os novos rumos do sistema educacional brasileiro

por Marcos Morita*

 

O setor educacional presenciou nas últimas semanas algo já bastante comum em outros mercados. O grupo SEB, nascido em Ribeirão Preto e proprietário das marcas COC, Pueri Domus, Dom Bosco e Name, foi adquirido pela Pearson, empresa inglesa controladora do conglomerado americano Financial Times. O fato ocorre uma semana após a negociação perdida para a editora Abril, relativa à compra do paulistano Anglo.

 

Tal interesse se justifica pelo tamanho do mercado e por uma modalidade de negócios tipicamente brasileira - os sistemas de ensino - baseados no tripé assessoria de ensino, economia de escala e material didático, em geral escrito, editado e impresso em gráficas próprias. Semelhante a uma franquia, os grupos repassam a metodologia de ensino e os materiais de apoio às milhares de escolas parceiras espalhadas pelo país.

 

O método prosperou à medida que o ensino público se deteriorava, resultado de décadas de descaso e falta de investimentos. Num país com milhões de estudantes semi-analfabetos, estratégias de massa tiveram que ser adotadas para cobrir o déficit crônico de conhecimento. O que era um calvário aos governantes, tornou-se um eldorado para muitos empresários. Como em qualquer segmento, as oportunidades crescem à medida que aumentam as necessidades não atendidas. Só o grupo Pearson pretende dobrar o número de estudantes, atingindo um milhão nos próximos anos.

  

É comum à medida que uma indústria torna-se mais competitiva, o surgimento de novos concorrentes, interessados nos lucros proporcionados por mercados em crescimento. Grandes grupos nacionais e multinacionais fazem parte do novo cenário, investindo milhões em infraestrutura e aquisições de grupos locais de pequeno e médio porte. Apesar da pulverização do setor, dominado por milhares de pequenas e médias escolas, a consolidação será a tônica para os próximos anos.

  

Creio que ocorrerá fenômeno similar ao ensino superior, através das estratégias genéricas de preço e diferenciação. A base para o primeiro grupo está na economia de escala - o que se traduz em muitos alunos - para poder diluir seus custos fixos e manter baixas as mensalidades, seu principal atrativo. O segundo é composto em geral por universidades mais antigas e reconhecidas, as quais buscam com dificuldade, manter o equilíbrio entre preço e diferenciação.

  

Profissionais competentes serão cada vez mais demandados, estejam eles dentro ou fora da sala de aula. Especialistas do setor estão em alta, assim como executivos de outras áreas, caçados e seduzidos pelo desafio. Com a profissionalização da gestão, práticas hoje comuns em outros mercados estarão cada vez mais incorporadas à educação. Ao lado de critérios como evasão e produção científica - metas de produtividade, satisfação e retenção de alunos. Desempenho, criatividade, inovação, capacidade empreendedora e de realização serão itens cada vez mais procurados e desejados. Ótimas perspectivas a quem se especializar e se adequar aos novos tempos.

  

O caminho para o ensino privado é irreversível, ao menos no que tange às estratégias e técnicas de gestão. Quanto ao ensino público há ainda algumas tarefas a serem feitas, sendo bastante otimista. Capacitar, valorizar e motivar os professores, profissionalizar a gestão, desburocratizar o sistema, incluir e melhorar a qualidade do ensino, construir, reformar e aparelhar escolas e salas de aula, aumentar a produção científica internacional, reduzir a evasão escolar, atrair e reter talentos hoje perdidos para a iniciativa privada.

  

Um longo e árduo caminho, o qual infelizmente não será resolvido no próximo governo, seja ele petista ou tucano. Há, aliás, uma clara dicotomia entre os discursos. Políticas de quotas em contraposição a pagamento por desempenho, criticado em verso e prosa por sindicatos e sindicalistas. Neste cenário, creio que a única semelhança entre os candidatos esteja no fato de que puderam frequentar escolas de qualidade, numa época em que o uso de uniformes, a disciplina e o respeito faziam companhia ao giz e ao quadro negro. A despeito da importância das reformas fiscais e tributárias, principal assunto até o momento, é importante mencionar que o crescimento sustentável de um país só é possível com educação de qualidade, independentemente do modelo de negócios adotado.

 

*Mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios.

 

CONTATO: professor@marcosmorita.com.br

 

SITE: www.marcosmorita.com.br

 

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19

de
julho

Sabedoria chinesa

“Saber o significado da satisfação já é riqueza suficiente.”

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19

de
julho

Opinião

“Sou uma atriz e me presto a contar várias histórias e as conto como deve ser. Não tenho medo disso, não procuro meu melhor ângulo.”

Cássia Kiss, atriz.

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19

de
julho

Opinião

“O perfume falsificado nunca tem o mesmo cheiro do original, porém, por serem cópias, podem lembrá-lo olfativamente. Mas é muito importante conscientizar a população sobre o perigo de adquirir esses produtos. É preciso sempre atentar à forma como são produzidos para não pôr a saúde em risco. Além do mais, tem toda a questão legal e ética.”

Verônica Kato, bioquímica e perfumista.

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15

de
julho

No túnel do tempo

por Luiz Augusto Gollo*

Quem aí no auditório ouviu falar da gloriosa Rádio Nacional do Rio de Janeiro? É graças a ela que estou há duas semanas sem renovar minha coluna, para tristeza dos meus cinco leitores e decepção do Valter, que me envia insistentes mensagens com o tírulo “teremos texto hoje?” e eu nem tchuns. 

A rádio tem ocupado meu tempo desde as primeiras horas da manhã, pois a partir das oito e até as 11 sou o locutor que vos fala, apresentando o programa Alô, Rio em caráter interino, enquanto o titular Hilton Abi-Rihan se recupera de uma faringite cruel. Tem sido uma experiência indescritível.  

A começar pelas paredes decoradas com pôsteres de fotos antigas da época de ouro da Nacional, acompanham meus passos Paulo Gracindo, Dalva de Oliveira, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Almirante, Francisco Alves, Orlando Silva e muitos, muitos outros que inscreveram seus nomes na história do rádio brasileiro – porque nunca é demais recordar que até a década de 1960, quando a televisão afinal se consolidou, mandavam as onda hertzianas na comunicação de massas. 

Os ouvintes não me deixam mentir e pedem músicas nas vozes de Gilberto Alves, Albênzio Perrone, Dalva de Oliveira, Emilinha Borba… bem, esta merece registro à parte, porque aí está positivo e operante até hoje o fá clube “da eterna rainha do rádio”, como faz questão, marcando terreno em relação à arquirrival Marlene. 

A rixa entre as duas cantoras mais populares nasceu do concurso público para eleger, pelo voto, a rainha do rádio. O certame, como se dizia então, acontecia todos os anos e mais uma vez daria Emilinha Borba, se Marlene não arrebentasse as urnas com votos comprados pelo Guaraná Antarctica, seu patrocinador. 

Isso aconteceu em mil novecentos e Moreira da Silva, mas ainda hoje ouvem-se pranto e ranger de dentes nos corredores da Praça Mauá 7, endereço da rádio, no 21º andar do prédio d’A Noite. Como correntes que se arrastam no chão de pedra dos castelos medievais, entre milhares e milhares de bolachões de vinil preservados mais pela perseverança humana do que pelo cuidado oficial. 

A plêiade de ouvintes do Alô, Rio é cativa e fiel, incluindo Edna de Petrópolis, Marlex de Belford Roxo, Uruti do Cabuçu, Jorge Morse de Neves, em São Gonçalo, Carlos de Copacabana e vários outros que lotariam um avião rumo ao passado de saudosa memória. 

Minha interinidade no programa tem me absorvido muito, como podem imaginar, deixando menos tempo para observar a paisagem da janela à espera que um tema para a crônica semanal caia sobre minha cabeça. Mas se por um lado isto me prejudicou nas duas útimas semanas, nas próximas poderá render temas bem interessantes. Vamos aguardar. 

*Jornalista.

CONTATO: emoff.blog@gmail.com

6

de
julho

Especial - Futebol: paixão mundial

Divulgação/National Geographic Brasil - Junho de 2010)

Sadhus, homens santos hindus, seguram uma bola na Durbar Square, em Katmandu, no Nepal. (Foto: Divulgação/National Geographic Brasil - Junho de 2010)

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6

de
julho

Opinião

“A vacina mais importante em desenvolvimento é a da Aids. Ainda estamos bem distantes da disponibilização de uma vacina eficiente, mas os cientistas nos dizem que estamos começando a ver, bem longe, luz no fim do túnel.”

Fábio Franco, infectologista e presidente da Comissão de Controle Hospitalar do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo.

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